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terça-feira, 26 de março de 2013

Seja uma aluna nota 10!


Aluna nota 10! Sim, você pode!

Revista Atrevidinha Aluna Nota 10

Aproveite que você está descansada e cheia de energia pós-férias e adote a partir de já uma rotina de estudos que vai garantir notas boas o ano inteiro, sem que você precise abrir mão de todas as coisas que gosta de fazer.
Aproveite bem a aula
Pensa: se você entender direitinho tudo o que o professor disser durante a aula, nem vai precisar estudar tanto quando chegarem as provas. Para isso, é importante prestar atenção de verdade, em vez de ouvir música, conversar com as colegas ou sonhar acordada com o gatinho do Justin Bieber!
Também é bom evitar faltar ou chegar atrasada, para não perder o fio da meada e, depois, ficar em dúvida sobre o conteúdo passado. Se isso acontecer, peça para as suas amigas lhe emprestarem o caderno e converse com o professor ao final da aula para tirar as dúvidas que surgirem.
Estude em casa, mesmo quando não há prova
Não é maluquice, essa é a maneira mais eficiente de fixar os conhecimentos aprendidos em sala e descobrir em quais assuntos ainda está com dúvida (para depois perguntar ao professor). Então, todo o tempo investido nessas revisões (que devem ser feitas, no mínimo, a cada semana e, de preferência, todo dia), será poupado na véspera da prova. A diferença será maior ainda na hora de estudar para os exames finais: como você terá entendido o conteúdo durante todo o ano, e não apenas decorado na última semana, vai tirar de letra (“A”, de preferência)!
Faça as tarefas logo de uma vez
Para se acostumar a estudar um pouquinho todos os dias, você vai ter de fazer um esforço inicial, isso é verdade. Mas, com o tempo, aquilo vai virar um hábito e você nem vai sentir. Para facilitar a vida, faça as suas tarefas e as obrigações da escola assim que chegar em casa e deixe o tempo que sobrar para se divertir sem peso na consciência com as amigas, bater papo na internet ou curtir com a família.
Organize o seu caderno
É incrível a quantidade de canetas coloridas que você pode usar para deixar o seu caderno mais bonito. Mas apenas enfeitá-lo não basta. É preciso que ele seja limpo e organizado para você encontrar rapidinho o que precisa quando estiver estudando sozinha. Para isso, vale colocar títulos em cada assunto, pular linhas e até anotar o conteúdo com cores diferentes. Mas cuidado com o excesso de intervenções e desenhos, que podem distrair ou confundir.
Vença o medo de falar em público
A ideia de ter de apresentar trabalho pra classe inteira já faz você suar frio? Pois saiba que, para vencer esse medo, a dica é estudar bastante. Afinal, se estiver se sentindo 100% segura do que vai dizer, ficará mais à vontade. Outra dica: para não ficar com vergonha na hora de falar, olhe para a parede do fundo da sala e não diretamente no rosto dos colegas enquanto estiver apresentando. Assim, uma ou outra reação dos engraçadinhos de plantão não vai chegar a atrapalhá-la.
Revista Atrevidinha Aluna Nota 10
Escolha bem os colegas de trabalho
Não adianta nada se empenhar para entregar seus trabalhos no prazo e se dedicar para fazer o melhor se os seus colegas não se importarem com a parte deles, certo? Por isso, vale pensar bem na hora de escolher quem vai entrar no seu grupo. Se as suas amigas são superdivertidas, mas não levam nada muito a sério na escola, é melhor combinar, na boa, que vão fazer os trabalhos separadas. Daí, você fica à vontade para procurar um pessoal que goste de fazer tudo benfeito como você e evita brigar com suas amigas por causa disso.
Conte com outras estratégias para se programar
Se você é o tipo de garota que se distrai com facilidade, também pode descolar um calendário daqueles grandões para pendurar na parede do quarto (em um lugar bem visível), anotando as datas dos seus compromissos com a escola usando um círculo vermelho. Então, um tempo antes, marque o dia em que deve começar a estudar com outra cor. Pode ter certeza de que, com esse método, não vai esquecer de jeito nenhum o que precisa ser feito!
Use uma agenda para se lembrar dos prazos
Nela, você deve anotar as datas de entrega de todas as lições e trabalhos e também os dias das provas. Mas também é preciso acostumar-se a ler a sua agenda todos os dias, para poder programar os seus compromissos. Além disso, quando o professor passa uma atividade, o ideal é anotar tudo o que ele fala sobre ela, tim-tim por tim-tim. É legal também você planejar o tempo necessário e o que vai precisar para fazer aquele trabalho. Aí, você deixa um lembrete um tempinho antes (uma semana, no mínimo!), para saber que já está na hora de começar a pensar na tarefa. Assim, terá condições de se preparar e fazer tudo com calma.

Como se concentrar melhor na aula


Se você é do tipo que até tenta, mas não consegue prestar muita atenção nas aulas, e acaba viajando na maionese dia sim, outro também, aí vão algumas dicas!

Revista Atrevidinha No Mundo da Lua

Nosso cérebro funciona como um computador, com várias pastas que guardam nossa memória. Quando precisamos lembrar algo, é só procurar nesses arquivos. Mas tem uma coisa: para conseguir armazenar as informações, é preciso prestar atenção no que está rolando ao nosso redor, como na aula, por exemplo. “Se a garota estiver distraída, os estímulos externos, no caso as palavras do professor, poderão passar completamente despercebidos”, explica a psicopedagoga Silvia Amaral.
É justamente o que acontece quando ficamos sonhando com o Justin Bieber e nem conseguimos escutar direito o que o prófi está dizendo. Daí, na hora de estudar, é como se nunca tivéssemos ouvido sobre aquele assunto. E taí o perigo: as notas vão acabar caindo de bobeira!Revista Atrevidinha No Mundo da Lua
Por saber disso é que o professor chama a atenção da galera quando pega alguém conversando, trocando bilhetinhos ou fuçando no celular. Afinal, quando tentamos fazer duas coisas ao mesmo tempo, acabamos dividindo a nossa atenção entre elas e não completamos nenhuma direito. “Você pode até continuar acompanhando o que o professor fala enquanto mexe no celular. Mas pode ter certeza de que, depois, não vai conseguir lembrar quase nada do que foi dito”, alerta Silvia.
E o pior é que, pra recuperar o tempo perdido, você vai ter uma baita trabalheira: acabará precisando estudar mais e, além de perder tempo, vai terminar a tarefa muito mais cansada e estressada.
Revista Atrevidinha No Mundo da LuaTá difícil se concentrar?
Às vezes, parece impossível manter a atenção numa coisa só. Mas pode acreditar: se fizer uma forcinha, vai conseguir. “A concentração é um hábito. Se começamos a nos empenhar para prestar atenção em algo, logo nos acostumamos e aí o esforço passa a ser cada vez menor”, explica a psicopedagoga Georgia Vassimon. Ela e outros especialistas separaram algumas dicas bacanas para você começar a treinar essa habilidade já!
Antes da aula
Separe o seu material e o uniforme um dia antes da aula, principalmente se vai de manhã à escola. E durma bem, o suficiente para acordar sem sono. Assim, vai chegar ao colégio na hora certa, tranquila e bemdisposta, e conseguirá prestar mais atenção no que precisa. Além de copiar o que está na lousa, vale ir anotando tudo o que o professor disser e que você achar que é importante. Isso ajuda a manter a concentração na aula e a lembrar o que aprendeu depois.
Na hora H
Deixe tudo o que precisa à mão, para não ter de ficar mexendo na mochila  enquanto o professor fala. Mas SÓ o que precisa, tá? Celular, MP3 e outras coisas que não têm nada a ver com a aula devem ficar guardadinhos até a hora do intervalo. E se você sabe que não consegue se segurar e que vai acabar caindo na tentação de dar uma espiadinha no MSN pelo celular, nem leve o aparelho para a escola!
Sempre que pintar uma dúvida, não tenha vergonha de parar a aula e pedir que o professor explique novamente. Ninguém consegue prestar atenção numa  aula por muito tempo se não puder acompanhar o raciocínio do professor. Agora, se você acha que não é a única que não entende o conteúdo e todas as suas amigas estão reclamando também, a alternativa é falarem juntas com o professor, para tentar sugerir mudanças. Tudo o que você fizer para facilitar o entendimento da matéria será excelente para a sua concentração.
Fazer um comentário ou outro, quando o professor está fazendo a chamada, por exemplo, não tem mal nenhum. Por outro lado, o excesso de conversinhas durante a aula vai impedir você de aprender e o resto da turma também, prejudicando até quem não tem nada a ver com a fofoca. E aí é sacanagem, né?Revista Atrevidinha Na Escola No Mundo da Lua
Depois da aula
Ao terminar a lição e os trabalhos da escola, você está liberada para  fazer o que gosta. Bater papo com as amigas, mexer no computador, ouvir música e ler a Atrevidinha. Tudo isso vai ajudá-la a relaxar. Como consequência, na hora do vamos ver (ou da escola!), estará mais descansada e atenta.
Procure estudar em local apropriado, para não ficar se distraindo toda hora. O ideal é ficar sozinha, num lugar calmo, silencioso e bem iluminado, tendo tudo o que precisa à sua disposição.
Algumas atividades ajudam a desenvolver nossa capacidade de concentração. É o caso de jogos de tabuleiro, como o xadrez. Fazer palavras cruzadas,  caça-palavras, sudoku, aulas de cerâmica, artes plásticas e de música também podem ser uma boa pedida. E até mesmo os esportes são excelentes para melhorar a habilidade de focar numa coisa só. Os melhores são as artes marciais, a natação e a dança. #ficadica

Ctrl+C e Ctrl+V: Entenda porque isso pode te encrencar


Espertinhas? Não mesmo!

Revista Atrevidinha Ctrl C + Ctrl V-

Na véspera da entrega de um trabalho, encontrar um texto prontinho sobre o tema que estamos pesquisando, na internet, parece ser mesmo um lance de sorte. E, nessa hora, é quase impossível resistir à tentação de copiar o que está escrito, mudar uma ou outra palavrinha e entregar ao professor como se fosse nosso. Com a facilidade de encontrar tudo quanto é coisa na web, em poucos minutos, tá cheio de gente que resolve suas tarefas assim. E quer saber? Muitas garotas chegam até a enganar o professor. Espertinhas? Não mesmo! Na verdade, quem vive copiando material da internet acaba se dando mal, é só uma questão de tempo. “É preciso lembrar que o professor normalmente pede o trabalho sobre um tema que será discutido depois em classe ou, então, cobrado na prova. Daí, se a aluna não tiver realmente estudado e aprendido aquele conteúdo, não terá como garantir suas notas nas outras atividades”, alerta Adilson Garcia, diretor pedagógico do colégio Vértice.
Parece pouco? Então, considere que vários conteúdos que aprendemos na escola hoje, na teoria, serão colocados em prática fora dela, mesmo que isso aconteça muitos anos mais tarde, na hora de procurar um emprego, por exemplo. E, nessas situações, sempre vai sair ganhando aquela garota que realmente aprendeu com os trabalhos que fez. “Só tem sentido fazer um trabalho escolar se a aluna estiver disposta a buscar as informações pedidas e se puder refletir sobre elas, tentando entendê-las. É assim que ela vai construir conhecimento de verdade. Quando ela simplesmente copia e cola, não constrói nada, não tira vantagem nenhuma, apenas perde seu tempo”, garante Adilson.
Assim pode!
Agora, também não dá para negar que a internet é um espaço ótimo para buscar, de forma prática e rápida, informações legais e que podem muito bem entrar nos seus trabalhos. Mas há um passo a passo básico que você pode seguir, se quiser fazer do jeito certo. “Primeiro, selecione, entre a imensa quantidade de material que os sites trazem, o que realmente interessa e que tem a ver com o seu trabalho. Depois, faça uma leitura e tente entender mais sobre o assunto. O terceiro passo é escrever com as suas palavras um resumo, com tudo o que achou importante nos textos que leu”, ensina José Alberto Serra Filho, assessor pedagógico do Sistema de Ensino Pueri Domus. Outro toque importante é ficar bem atenta para perceber se o conteúdo do site é confiável ou não. “Em geral, sites de entidades do governo, de universidades, escolas e portais de educação são boas escolhas para se começar uma pesquisa”, diz Esther Carvalho, diretora geral do Colégio Rio Branco. Também vale pedir ao professor que indique alguns links em que você possa encontrar mais dados sobre aquele assunto que está sendo estudado. E, por fim, um truque imbatível: compare o que o site diz com outras fontes de consulta. “Numa única visita à biblioteca, por exemplo, é possível encontrar muitos materiais diferentes e que servem para enriquecer o seu trabalho com informações legais: você pode usar livros, revistas, jornais eaté vídeos”, comenta Esther. Daí, ao terminar o trabalho, lembre-se de colocar, lá no final, a lista do material que consultou, incluindo os sites. “No caso da internet, vale anotar o nome do site de onde retirou o texto que leu, o link e a data em que acessou aquelas páginas.
Tudo isso precisa aparecer na pesquisa”, orienta Adilson. Com um trabalho nota 10 em mãos, você ainda poderá usar a internet para compartilhá-lo com outros estudantes, de outros colégios e até de outras cidades, que estejam vendo o mesmo tema nas aulas. “Em vez de apenas retirar conteúdos da internet, converse com seu professor sobre a possibilidade de produzirem textos, vídeos ou outros materiais com tudo o que aprenderam, usando a internet para disseminar esse conhecimento”, sugere Alexandre Tadeu Francisco Barreto, professor do Colégio Metodista de Ribeirão Preto.
Copiar trabalhos da internet, além de tudo, é crime, sabia?
Chamado de plágio, o Ctrl C + Ctrl V, se for descoberto pelo autor do texto original, pode render processo, com pagamento de multa e até prisão do chupim. O especialista no assunto Manoel Pereira dos Santos, professor da Fundação Getúlio Vargas, é quem explica a diferença entre usar um texto como fonte e plagiálo: “A aluna pode explicar ou desenvolver o que a outra pessoa escreveu, utilizando suas próprias palavras e dando crédito ao autor. Isso é legal. Porém, se a garota praticamente copia o texto de outra pessoa, apenas mudando palavras e invertendo frases, e se esquece de dar o crédito ao autor, então ela se complica, porque aí se configura o plágio”. Viu só? Então, é bom ficar esperta!

Aprenda a fazer uma boa redação


Essa é para você que treme de medo só de pensar em escrever uma redação!

Revista Atrevidinha Era uma vez...

Quem nunca imaginou uma história superbacana na cabeça e, quando pegou lápis e papel, mal conseguiu escrever uma palavra? Pois é, escrever nem sempre é uma tarefa fácil e, no começo, pode dar bastante trabalho. “Mas essa é uma atividade como girar bambolê ou nadar: quanto mais praticamos, melhores vamos ficando”, garante a professora Camile Tesche, que dá aulas na Escola Móbile, em São Paulo. 
A primeira dica da professora para elaborar uma boa redação é escrever todos os dias um pouquinho, mesmo que o professor não tenha pedido. “Pode ser um blog, uma carta para uma amiga, um bilhete para a mãe, uma peça de teatro para ser apresentada para a família”, sugere Camile. E lembre-se: o texto não precisa ser perfeito! O importante é você gostar dele. Outra dica é ler sempre e muito, e sem preconceitos. “Há muitos livros, revistas, histórias em quadrinhos e jornais por aí e todos eles podem trazer novas ideias e palavras”, sugere Camile. Afi nal, conhecimento nunca é demais e sempre pode ser aproveitado!
Vale também pensar que uma redação é como o corpo humano: tem cabeça, tronco e pernas, todos interligados. “Assim também deve ser uma redação. É preciso haver uma introdução, que deverá ser desenvolvida com uma sequência de fatos, personagens, tempo, espaço e, acima de tudo, um confl ito. Sem ele, qualquer história fi cará sem tempero, tornando-se um simples relato sem emoções”, destaca Maria Cleire Cordeiro, que coordena o Departamento de Língua Portuguesa do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Outro ponto importante da redação é a conclusão. Afi nal, não dá para deixar uma história sem fim, né? A dica da Maria Cleire é terminar a narrativa de uma forma surpreendente, trágica, cômica, inusitada. Isso porque temos de conquistar o leitor pela emoção, pelo inesperado.

Primeiro passo: rascunhe!

Mas antes de sair por aí colocando essas dicas em prática, o primeiro passo é fazer um rascunho. “Ele vai ajudá-la a organizar melhor o raciocínio e a perceber quais ideias devem ser exploradas e quais devem ser deixadas de lado. Assim, mesmo que planejar o texto pareça chato ou demorado, essa é uma etapa que contribui muito para escrever bem”, garante a professora Camile, complementando que listar as ideias, fazer esquemas ou mesmo desenhos pode ser bastante útil.
Antes de começar o rascunho, leia com bastante cuidado a proposta da redação e planeje como ela será desenvolvida. Isso tudo, claro, dentro do que foi proposto pela professora. Se ela pediu, por exemplo, uma narrativa de mistério, pense sobre as características desse tipo de texto e sobre os elementos que devem ser apresentados: quem são os personagens? O que vai acontecer com eles? Qual será a situação misteriosa? Onde e quando os fatos acontecem? Quem vai contá-los?

Fique ligada na nova ortografia

Nem só de ótimas ideias e histórias é feita uma boa redação. É preciso, antes de tudo, escrever as palavras corretamente. E, como nossa Língua Portuguesa sofreu algumas alterações em 2009, separamos aqui algumas dicas para você fi car por dentro de todas as mudanças:
  • Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui. Ex.: linguiça, tranquilo, cinquenta.
  • Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba). Ex.: boia, joia, estreia, colmeia.
  • Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s). Ex.: enjoo, leem, zoo.
  • Não se usa mais o acento diferencial nas palavras: pára/ para, pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/ polo(s) e pêra/pera.

Um passei pela Arte


Você não entende nada sobre arte e acha #megachato visitar museus e exposições? A gente mostra que existe, sim, um lado bem divertido nisso tudo. Duvida?

Por Rita Trevisan e Thaís Macena
Na sala é difícil entender quando a professora fala sobre a importância de um quadro ou de uma escultura, né? Mas pode acreditar: quando você está em um museu e observa essas peças de perto, elas fazem muito mais sentido! Duvida? A Atrevidinha fez uma lista de obras pra lá de curiosas – e com histórias surpreendentes – que você precisa conhecer (nem que seja pela internet!). Muitas são superantigas, mas continuam fazendo sucesso justamente por terem algo de genial. Outras são criações do nosso tempo, chamadas de contemporâneas, e, aí é fácil, fácil a gente se identificar com elas e curtir. Vê só!

Vitória de Samotrácia

É uma obra antiguíssima, encontrada no meio de umas ruínas lá na Europa. Por isso mesmo, ninguém sabe direito quem fez, mas acredita-se que tenha sido produzida entre os anos 220 e 190 a.C. A escultura está incompleta, mas, mesmo assim, é impressionante imaginar que alguém esculpiu todos os detalhes daquele corpo humano, coberto por uma espécie de véu, em uma pedra resistente como o mármore, passo a passo, naquela época. Doideira, né? E uma curiosidade: foi essa obra que inspirou a marca Nike na hora de criar o seu símbolo. O máximo!


Monalisa

Pintada literalmente há séculos, por volta do ano de 1506, pelo italiano Leonardo da Vinci, o quadro original fica no museu do Louvre, na França, e atrai multidões de curiosos. E quer saber por quê? O pintor compôs uma imagem de uma mulher enigmática, que passa uma impressão diferente para cada um que a vê. Outra coisa maluca: no lugar onde pintou a boca da modelo, Da Vinci usou uma técnica chamada de sfumato. O efeito não deixa bem claro se a Monalisa está sorrindo ou se está triste. Então, é preciso olhar para o quadro por alguns minutos para poder tirar suas próprias conclusões. E aí? Já decidiu se a ”sua” Monalisa está triste ou alegre?

Marilyn Monroe

A atriz, que foi uma diva do cinema, também virou obra de arte. O quadro, produzido em 1962 por Andy Warhol, quis mostrar que a arte poderia incorporar elementos do gosto popular, como os ídolos do cinema e da música. O bacana é que Andy criou um quadro supercolorido, a partir de uma fotografia normal. E quer saber? Você também pode fazer uma obra de arte com a carinha daquele ídolo que simplesmente a-do-ra!

Abaporu

Tarsila do Amaral é uma das pintoras brasileiras mais reconhecidas aqui e no exterior. Este quadro, de 1928, é um bom exemplo de sua obra, que retratava cenas bem características de nosso país, seja por conta dos personagens, dos cenários ou mesmo das cores. Tarsila sempre defendeu que o Brasil não precisava imitar nada de ninguém e tinha sua própria riqueza para mostrar.
A coleção de obras da pintora é a prova concreta de que ela estava cobertinha de razão!



A noite estrelada

O quadro do pintor holandês Vincent Van Gogh mostra uma paisagem simples, porém, registrada de um modo que só os grandes artistas conseguem. O quadro foi feito em 1889, quando Van Gogh morava na França, e revela, ao mesmo tempo, movimento, delicadeza e força. O artista tem um traço chamado de pós-impressionista, por conta das pinceladas mais soltas e dos efeitos de luz e cor. Impossível não curtir!



A bailarina de 14 anos

A escultura de Edgar Hilaire Germain Degas é de 1880 e impressiona quem a observa de pertinho. A pequena dançarina ali representada tem os olhos entreabertos e a postura perfeita de quem vai iniciar uma sequência de dança. Olhar a escultura de bronze, que usa vestido e laço de tecido, é quase como ver uma bailarina de verdade bem ali na sua frente, e essa é a grande sacada da obra. As formas são tão realistas que é impossível não se emocionar. Vale a pena experimentar a sensação!

Conheça mais sobre idiomas estrangeiros


Você está preparada para o Jogos Olímpicos que o Brasil vai sediar em 2016?


Você sabia que em 2016 o Brasil vai sediar os Jogos Olímpicos? Eles acontecerão no Rio de Janeiro e muita coisa já está sendo feita para receber os gringos da melhor forma possível. E você também pode se preparar. Como? Aprendendo outras línguas! Além de estimular o desenvolvimento do seu cérebro, você ganha pontinhos profissionais lá na frente. Ah, e tem outro detalhe, vai que você encontra, sem querer, o seu ídolo internacional por aí! É bom estar preparada para falar com ele, não é? Selecionamos alguns idiomas para você conhecer, estudar e falar como se fosse uma nativa. Pronta para escolher o seu preferido?

Inglês

O inglês é um dos idiomas mais falados no mundo. Ele está presente em todo lugar: em músicas, filmes, livros, novelas e revistas. Existe o inglês britânico e o americano. O que muda entre eles é o sotaque. E pode perceber, a maioria dos seus ídolos fala inglês. Se você começar a estudar desde já poderá escutar as músicas e assistir aos filmes deles sem precisar de tradução. Não é demais?

Espanhol

O espanhol está entre as cinco línguas mais faladas no mundo. Todos os países que fazem fronteira com o Brasil, como Paraguai, Uruguai, Argentina, Peru e Colômbia, têm o espanhol como língua o oficial. Com a chegada de séries como Grachi e Peter Punk fica ainda mais fácil de aprender, pois é uma ótima maneira de praticar.

Italiano

Sabia que o Brasil possui uma das maiores comunidades de italianos do mundo? A língua é falada por mais de 70 milhões de pessoas e possui vários linguajares diferentes, que mudam de acordo com cada região da Itália. Os italianos são divertidos, falam alto, gesticulam bastante e adoram uma festa. Sem falar das comidas maravilhosas… Hum!

Francês

A língua, conhecida por ser charmosa (e chic!), é falada em 56 países. É o idioma oficial do país mais visitado no mundo: a França! Aprender francês é uma ótima oportunidade para conhecer um pouquinho mais sobre moda, artes e gastronomia. Quer uma dica para se inspirar? Procure no YouTube pela cantora francesa Yelle. Ela é a Katy Perry da França! Vale a pena conferir.

Alemão

Se você é daquelas que adoram literatura e  loso a, vai se apaixonar pelo alemão. A língua não é nada fácil de aprender. É necessário preparar a garganta, pois você irá forçá-la bastante para falar corretamente, e, claro, deixar de lado o português, que é beeeem diferente.

Africano

Na África há várias diferentes línguas. Países como Tanzânia e Quênia têm o idioma africano como língua oficial. Já na África do Sul existem 11 idiomas o ciais, sendo o inglês o mais usado. Além deles, há as línguas faladas em cada comunidade, como tswana, swasi, ndebele e sesotho.

Japonês

Existem três alfabetos diferentes na língua japonesa: o hiragana, o alfabeto mais utilizado no Japão; o katakana, utilizado para escrever nomes de países, produtos e palavras estrangeiras; e o kanji (ou ideograma), imagens que simbolizam palavras. Difícil? Para facilitar, os mangás, aquelas histórias em quadrinhos que são lidas de trás pra frente, podem dar uma mãozinha. #ficadica

Russo

A Rússia é o país que tem a maior área territorial do mundo e possui 11 fusos horários diferentes. O russo está entre os idiomas mais falados do mundo. Mas não é nada fácil. São 33 letras que compõem o alfabeto russo, uma mais diferente que a outra. Por exemplo, “bom-dia” em russo se escreve  доброе утро (!). Então, preparada?

Entenda as regras de português


Você vive se confundindo com as regrinhas de português e na hora da prova acaba se dando mal por conta disso?

A língua portuguesa é mesmo difícil de entender! Tem tanta regra pra escrever certo, e tanta exceção à regra, que a cabeça de vez em quando quase chega a dar um nó! E quando isso acontece no meio da prova… Aí a coisa pega! Para ajudá-la a passar bem longe desse mico, conversamos com um professor super descolado e roubamos dele alguns truques fáceis de memorizar, para nunca mais cometer certos erros bobos. E é nunca mais mesmo! Quer ver só?

Crase

A regra: a crase nunca deve ser usada antes de palavras masculinas. Isso porque ela é o resultado da soma da preposição a com o artigo a. E a + a = à. O truque: para saber se há crase antes de nomes de lugares, como Bahia ou São Paulo é só cantar: “Se vou a e volto da, crase há. Se vou a e volto de, crase pra quê?”.

Mais x mas

A regra: o mas deve ser usado na frase quando vamos colocar uma opinião contrária ao que se escreveu até ali. Já o mais geralmente indica soma, grandeza, superioridade. O truque: use mais quando puder substituir a palavra, na frase, por menos, sem ficar esquisito. Use mas quando a palavra puder ser trocada por porém ou no entanto e o significado da frase continuar o mesmo.

Mal x mau

A regra: aqui, os significados das duas palavras são bem parecidos. Mau ou mal é aquilo que nos traz algo de ruim, que incomoda ou machuca. Porém, na prática, mau é o contrário de bom e mal é o oposto de bem. O truque: na hora da prova tente se lembrar daquele fim de semana no parque de diversões, da montanha-russa e do looping dentro dela (o looping é aquela voltinha radical, onde a galera fica de cabeça para baixo). Daí, pra memorizar a regra, basta imaginar que vai ter de juntar as duas palavras que têm a letrinha que imita o looping, o l e o e. Assim, você vai saber que o mal é o contrário de bem. Moleza né?

Haver x a ver

A regra: as duas palavras têm significados completamente diferentes. Haver é o mesmo que ter ou possuir. Já a ver sempre indica a relação entre uma coisa e outra. O truque: é só ficar bem atenta antes de usar. O haver normalmente vem acompanhado dos verbos dever e poder. Na frase, fica assim: pode haver uma saída, deve haver um jeito. Já o termo a ver é BFF do verbo ter e adora aparecer junto dele, como nas expressões: a gente tem tudo a ver ou eu não tenho nada a ver com essa história!

Senão x se não

A regra: o senão é sempre usado quando queremos criar uma ideia de oposição. Já o se não estabelece uma relação de condição. Ó os exemplos: “não era de ouro nem de prata, senão de lata”. E: “Se não chover, vou sair para brincar”. O truque: se você vive se perguntando se é tudo junto ou separado, seus problemas acabaram! Substitua-os por outras palavras, para fazer o teste do certo e do errado. Se não pode ser trocado por se por acaso não e senão pode ser substituído por do contrário ou por de outro modo. Agora não tem como errar!

Mim x eu

A regra: mim nunca pode ser o sujeito da frase, tipo: “mim gosta de macarrão”. Ele é usado muito mais como complemento, como no exemplo: “mãe, faz um macarrão pra mim?”. Já o eu pode ser usado como sujeito, sem medo de ser feliz. O truque: quando a dúvida bater forte, lembre-se que apenas a palavra eu conjuga verbo. Assim, o correto é: “para eu comprar a Atrevidinha” e não “para mim comprar a Atrevidinha”.

Porque x por que

A regra: o porque é normalmente usado quando estamos tentando explicar algo, colocando os nossos argumentos. Já o por que tem vez na frase quando o significado é o meio pelo qual ou para qual utilizamos ou fazemos alguma coisa, com um determinado objetivo. O truque: use por que quando depois dele estiver escrita ou subentendida a palavra razão. O termo porque pode ser substituído por pois. Fica assim na frase: “Não sei por que o João faltou” e “Faltou porque perdeu o ônibus”.

A fim x afim

A regra: aqui aparecem, mais uma vez, duas palavras que são parecidas na hora de escrever e, no entanto, têm sentidos muito diferentes. A fim normalmente indica um motivo, uma finalidade. Já o termo afim tem mais a ver com uma relação de afinidade ou de semelhança.
O truque: o a fim normalmente pode ser substituído por para, sem deixar a frase difícil de entender. Já o afim deve ser usado para falar de coisas parecidas. Vê como fica nas frases: “Estudou o dia inteiro para a prova, a fim de melhorar suas notas” e “Eu e a minha amiga somos tão afins que parecemos irmãs!”. Pegou?

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Olá anjos, somos futuras Arquitetas, e blogueiras apaixonadas pelo o universo em geral! Moda, Beleza, Paixão, Maquiagem, Dicas, Decoração Tutoriais, Variedades, a cada passo e postagens um pedacinho de cada uma de nós. Postaremos sobre várias coisas que vemos por aí, onde compartilharemos coisas legais , engraçadas, divertidas, fofocas e tudo mais. Fiquem Ligados aqui amores. xxx

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